terça-feira, 19 de julho de 2011

Sítio Colonial é sede da 5ª Etapa do Cearense de Mountain Bike – Confira como foi

Sábado dia 25 de junho, na tarde deste dia de sol aconteceu no Sítio da Colonial, Município de Maracanaú, a 5ª etapa do campeonato cearense de mountain bike estilo olímpico. XCO como também é chamado.

Na largada uma demasia de categorias que parece ter como objetivo dar prêmios para todo mundo. Entretanto, as categorias profissionais que são: elite masculino, elite feminino, sub 23 e júnior parecem cada vez menores e menos concorridas.

Na saída os atletas Diego Almeida e Jardel mostram-se logo mais fortes, parceiros de uma mesma equipe os dois iniciam um trabalho que o levariam para a chegada e o local mais alto do pódio. Nos primeiros instantes os dois perdem a dianteira da prova por um erro de percurso, assumindo a liderança o atleta Tiago Emílio que instantes depois fora alcançado e ultrapassado. No final, Jardel, Diego e Tiago são os três primeiros colocados da categoria elite, respectivamente.

Nas demais categorias Juvenal Batista na Master A2, Elionai Costa na Sub 30 – categoria esta que no ponto de vista dos editores deste jornal não deveria existir, pois representa atletas que deveriam correr na elite, Vicente Deoclécio na Master A, Ailton Moura na Júnior, Louro do Jockey na Master B, Adail Nogueira na Master B2, Lucas Lindenberg na Juvenil, José Lito na Master C, Joana Nóbrega na Elite Feminino, e Alysson e Mano na Dupla Masculina.

No total, 70 atletas estiveram presentes no Sítio Colonial de Maracanaú.

 O Sítio Colonial representa um importante espaço de desenvolvimento da prática do mountain bike cearense, criado por Gustavo Terra e seu importante colaborar do Sítio, Chico Sombra, que há 30 anos trabalha no espaço e conhece cada palmo de terra dali. O que ajuda em muito para o aproveitamento natural da região.

A ideia surgiu durante a preparação da corrida do fim do ano passado - chamada de CIRCUITO COLONIAL de MTB. Em Janeiro deste ano passaram a fazer novas trilhas para as bicicletas, a partir das várias veredas - trilhas abertas naturalmente dentro da mata - que havia dentro da área da fazenda. Aprontada algumas trilhas, o aviso foi dado para amigos ciclistas. A partir daí começaram a pingar os primeiros grupos já na 1a semana. Desde então, o número foi crescendo, porém ainda a título de experimentação, e hoje já estamos aguardando o novo projeto de sinalização.

Buscando dentro da topografia natural do terreno pontos que possam ser desafiadores e técnicos para os ciclistas, com algumas curvas de inclinação para diversificar os desafios dentro das trilhas e testar a habilidade dos esportistas, e trilhas com diferentes níveis de dificuldade para que tanto o iniciante quanto o profissional sinta prazer em pedalar, o Sítio Colonial vem se desenvolvendo e colaborando com a prática do MTB. O organizador do espaço, Gustavo Terra, planeja expandir o espaço para outras práticas esportivas integradas à natureza como caiaque, corrida de orientação, escalada etc., sempre com o foco de o visitante buscar sua diversão no espaço de forma livre, dentro das regras da fazenda, integrando-se com a natureza do local.

Carlos Lopes

1º INTERNÚCLEO DO SEGUNDO TEMPO DE MARANGUAPE

Foto: Nonázio Holanda

Aconteceu no dia 21 de Junho 2011 o 1º torneio internúcleos do programa Segundo Tempo de Maranguape envolvendo a Escola JOSÉ FERNANDES VIEIRA, DIREITOS HUMANOS e a Escola CHICO LIMA.
Neste evento aconteceram jogos masculinos e femininos de futebol de campo, futsal e mini maratona de rua. A rua estava tomada de populares, familiares, curiosos estudantes da escola que foram convidados pelo Diretor FERNANDO BESSA e coordenadora pedagógica MARISTELA MESQUITA a prestigiar o evento da escola e torcer muito por seus conhecidos e familiares. Foi muita festa, alegria, brincadeiras e descontração entre todos os integrantes dos núcleos, ao termino do evento, todos foram  a escola FERNANDES VIEIRA repor as energias com achocolatados, sucos,bolachas e etc.A união dos três núcleos foi um sucesso pois houve muita paz,alegria e sossego de todos.
O objetivo principal desses internúcleos era através do Esporte Educacional socializar, unificar, modificar, ascender à idéia de que todos nós vivemos em harmonia, que precisamos uns dos outros, e aproximar a população da Área Seca, Área Verde e Pau Serrado, que anda tão afastada uma das outras devido ao confronto de gangues que rodeiam o bairro Novo Maranguape.
O Programa Segundo Tempo mais uma vez esta conseguindo através do Esporte Educacional promover a paz e união dos povos, e possibilitando aos menos favorecidos a oportunidade de sentir importante para sociedade.
REALIZAÇÃO:
PROF: NONÁZIO HOLANDA
PROF: ERICSSON MARTINS
PROF: JORGE AUGUSTO
PROF: ADRIANO LOPES
PROF: RAMON ALVES
PROF: WELLIGTON BARBOSA
PROF (a): MADELINE HOLANDA
PROF (a): HELLOYNE BARRETO

AGRADECIMENTOS: COORDENAÇÃO GERAL DO PST DE MARANGUAPE QUE SE FISERAM PRESENTE NO EVENTO.


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Reportagem revela que custos de estádios da Copa são 'chutes'

Fonte: D24am.com
O ‘Estadão’ destacou que após explicações do Governo do Amazonas, a CGU constatou que permanecia sobrepreço de R$ 76,4 milhões no orçamento.
Os cálculos de custos para os estádios da Copa do Mundo de 2014, entre eles o da Arena da Amazônia,  foram feitos na base do ‘chutômetro’ e resultaram no estouro do orçamento das obras, segundo matéria do jornal ‘O Estado de S. Paulo’. De acordo com o ‘Estadão’, mesmo incompletos, os projetos básicos, que devem detalhar a obra ou serviço, foram utilizados para justificar o rombo no orçamento.
O jornal aponta a superficialidade do projeto básico da Arena da Amazônia, o que levou a  Controladoria Geral da União (CGU) a detectar sobrepreço de R$ 85 milhões e observou que o plano da estrutura metálica da cobertura não estava detalhado o suficiente para determinar a quantidade de aço necessária.

O ‘Estadão’ destacou que após explicações do Governo do Amazonas, a CGU constatou que permanecia sobrepreço de R$ 76,4 milhões no orçamento. “A situação de Manaus e do Maracanã é de um despreparo, de uma deficiência que parece proposital. O Brasil não aprendeu com o Pan (Jogos Pan-Americanos de 2007, cujo orçamento estourou)”, criticou o  procurador do Ministério Público Federal (MPF) Athayde Ribeiro Costa, coordenador do grupo de trabalho do órgão para a Copa de 2014.

O coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa de Manaus,  Miguel Capobiango, disse ao jornal que o projeto básico foi suficiente. “Agora, no projeto executivo, há preocupação de detalhar o máximo uma obra dessa magnitude”, observa.

A reportagem cita, ainda, que o caso de Brasília é emblemático do ‘voo cego’. O governo do Distrito Federal alega que o novo Mané Garrincha vai custar R$ 671 milhões. Mas nesse orçamento não constam cobertura, assentos, catracas e, pasmem, gramado e trave. “O preço final desse estádio é uma grande interrogação, que ninguém sabe responder”, criticou o promotor Ivaldo Lemos Júnior, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

“Se fez licitação e excluiu o assento, iluminação e gramado, não pode atribuir à Fifa a responsabilidade, porque a Fifa estabeleceu que tem de ter iluminação, gramado, assento. Se alguém eventualmente fracionar a licitação por conveniência, que assuma a responsabilidade”, disse ao jornal o ministro do Esporte, Orlando Silva.

Na comparação Maracanã x Mineirão, o projeto básico do estádio carioca era tão superficial que só apresentava 37 plantas, contra 1.309 do mineiro, que também passa por reforma. Além disso, as autoridades do Rio apresentaram cinco elementos no projeto básico, contra 30 de Belo Horizonte.

Começa a briga mais aguardada do Rio-2016

O COB iniciou o processo de licitação para o fornecedor de material esportivo do Time Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016. Essa será uma das disputas mais aguardadas do meio esportivo com relação à Olimpíada no Brasil.
Adidas, Nike e Olympikus são as três marcas que mais têm interesse nessa licitação. Já reservaram alguns milhões para desembolsar caso adquiram o direito de vestir o time brasileiro no Rio-2016.
Por trás dessa licitação está também uma regra do COI, que obriga o país-sede dos Jogos a rever todos os seus contratos de patrocínio com seis anos de antecedência do evento.
Vale lembrar que muito da força da Olympikus no esporte brasileiro vem exatamente do contrato firmado com o COB em 1999, pouco antes dos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg. Agora, porém, a história promete ser diferente. Nas duas últimas Olimpíadas, a Adidas conseguiu levar a melhor sobre os concorrentes, vestindo os atletas da Grécia e da China. E será assim também em Londres, com a Grã-Bretanha trajando as três listras. Em 2000, a Nike foi quem vestiu a equipe da Austrália, na primeira edição em que valeu a regra de um único fornecedor para os uniformes de pódio do país-sede.
O contrato é o mais importante dos Jogos exatamente por ser o fabricante de material esportivo o único a ter direito de expor a sua marca na arena do evento. A briga mais aguardada do Rio-2016 só deve terminar, porém, em outubro, após o Pan de Guadalajara.
por Erich Beting

Fortaleza chama torcida para compensar patrocínio

EDUARDO LOPES
Da Máquina do Esporte, São Paulo – SP
O Fortaleza esteve próximo de fechar um patrocínio máster por duas vezes nos últimos meses, mas não conseguiu assinar o contrato e já não conta mais com uma empresa que atinja as suas expectativas financeiras. Para seguir forte na Série C do Campeonato Brasileiro, o clube resolveu acionar seus torcedores para conseguir aumentar a receita.

A primeira vez que esteve próximo de fechar um contrato foi com a Foxlux, que afirmou não ter verba para este ano. Saiu da negociação com a promessa de fazer um acordo com o clube para 2012. Em seguida, foi a vez da Nacional Gás, que patrocinou a equipe no primeiro semestre, não aceitar os valores, após as negociações se alongarem.

O clube busca uma empresa que pague R$ 50 mil por mês. Ainda não a encontrou, mas viu nos seus torcedores uma solução. Para arcar com os gastos de junho, fez um amistoso com o Trairiense. Conseguiu colocar 13 mil pessoas no estádio e arrecadou R$ 180 mil.

Para a Série C, a idéia é aproveitar que o estádio Presidente Vargas já finalizou sua reforma e reabriu para mais de 20 mil pessoas. Com vídeos na internet e anúncios do presidente do clube, Francisco Baquit, chamando os torcedores para a arena, o Fortaleza almeja lotar a arena nos cinco jogos da primeira fase.

O clube também lançou algumas ações para arrecadar. Com a idéia de chamar o torcedor para “patrocinar” a equipe na Série C, a diretoria colocou à disposição um mural na sede do Fortaleza para os torcedores comprarem um azulejo com o seu nome. A expectativa é arrecadar R$ 800 mil com o projeto.

Outra fonte de renda esperada é em uma cartela que levará um torcedor para ver a estréia da Série C, contra o CRB, junto com a delegação do time. A pessoa compra uma cartela por R$ 50,00 e torce para ser sorteado e conseguir acompanhar a equipe até Maceió. Com a iniciativa, espera-se ganhar R$ 200 mil.

Quanto ao patrocínio, o cenário não é do mais otimista, mas, segundo o diretor de marketing do clube, Demétrius Coelho, há como converter a situação com pontuais. “Nós até preferimos vender por jogo nesse momento. Com televisão, podemos conseguir até R$ 10 mil por partida”, afirmou.

Problema solucionado, apenas no fornecimento de material esportivo. O clube perdeu a Lotto, mas já conseguiu fechar com um substituto. Trata-se de Stadium, linha popular do grupo Cambuci, dona da Penalty.